Ilha Grande: com natureza preservada, destino certo para quem busca aventura


A Ilha Grande, localizada no litoral sudoeste do Rio de Janeiro, no município de Angra dos Reis, é uma das preciosidades do país. A natureza preservada (e protegida por lei), o clima rústico, as histórias e lendas locais e as paisagens fascinantes que combinam enseadas, rios, lagoas, cachoeiras, costeiras, planícies, ilhas, mata exuberante e montanhas fazem com que o visitante entre na barca de retorno ao continente com a sensação tabletten gegen akne – welche gibt es? | ohnerezeptfreikauf de estar atravessando um portal e voltando a um mundo menos emocionante do que aquele que acaba de deixar para trás.
Mar e mata se combinaram durante os séculos para criar recantos paradisíacos, alguns inatingíveis, outros acessíveis somente por barco ou mesmo por trilhas. Ao seu redor, outras ilhas emolduram sua beleza e quase todo o seu entorno possui praias aptas à visitação.
Pela manhã, o cais de turismo da vila do Abraão, a “capital” de Ilha Grande, é um agito só, com o movimento de turistas chegando e partindo para seus passeios.
Não há agências bancárias na vila. O jeito é partir do continente com uma quantia em dinheiro que achar suficiente. Por conta disso, muitos estabelecimentos trabalham com cartões de débito e crédito.
Hoje, a ilha ganha fama por conta de suas belezas naturais, mas num passado recente ficou nacionalmente conhecida por abrigar dois presídios destinados a condenados por crimes comuns e também para presos políticos, como Graciliano Ramos e Fernando Gabeira.
Chegou a ser apelidada de “Alcatraz brasileiro”. Por sorte, a beleza falou mais alto e, atualmente, os sinais desse passado estão em ruínas e suas lembranças fermentam as histórias que o povo conta.
Sem dúvida, a cultura da Ilha Grande está repleta de lendas e histórias, mas as mais belas você irá carregar ao partir com a sensação de que precisa voltar e deveria ter reservado mais dias para conhecer esse grande paraíso.
O clima e a paisagem instigam ao total ócio, no entanto, há muito que fazer na Ilha Grande com opções para todos os níveis de aventura. A estrutura para isso é bem organizada, fazendo do ecoturismo a grande vocação desse paraíso.
Para percorrer as trilhas, por exemplo, há sinalização e placas de orientação ao longo do caminho. Existem desde trajetos curtos e fáceis a opções para quem busca aventura de verdade, como a trilha que dá a volta na ilha e pode ser feita em até cinco dias. Sem falar nos redutos para a prática de mergulho profissional (a baía é famosa por naufrágios visitados por mergulhadores do mundo todo) e dos muitos recantos onde os iniciantes podem vislumbrar grandes e vermelhas estrelas do mar e peixes coloridos.
Com tanta área preservada, a Ilha Grande consiste em um refúgio natural para muitos animais e também de proteção de recursos genéticos de espécies típicas de formações atlânticas. É o caso do bugio, primata com sério risco de extinção e que ali está protegido.
Os passeios de escuna ou lancha levam turistas para conhecer praias e outros pontos turísticos.

É a atração que mais movimenta o comércio na região, pois garante ao visitante conhecer lugares que só poderiam ser alcançados de barco ou por trilha e garante aos locais faturar algum dinheiro oferecendo refeições com gostinho bem caseiro
A cultura da Ilha Grande é fortemente marcada por lendas e histórias, que estão vivas em suas construções históricas. Dois presídios destacam-se entre os atrativos. O mais antigo é o de Dois Rios, conhecido como “Caldeirão do Diabo”. Há também o Lazareto, originalmente um hospital de quarentena para imigrantes europeus que virou prisão federal.
O Aqueduto era usado como uma ponte para transportar água da represa na montanha para os prédios do antigo presídio Lazareto e atualmente é um dos poucos monumentos históricos da Ilha Grande que pode ser facilmente visitado.
O Farol de Castelhanos é um dos mais antigos da costa brasileira (do século 19) e preserva seu projeto original. Fica no extremo leste da Ilha Grande e o acesso é feito por barco ou trilha. A visitação é monitorada e para pernoites é necessária uma autorização prévia da Marinha.

Atacama: Belezas naturais fazem da extensa área desértica no Chile, um oásis impressionante


O norte do Chile é realmente um lugar de extremos. É a região mais árida do planeta, com o deserto de maior altitude localizado a 2.440 metros, onde as águas das chuvas não passam de 35 milímetros por ano e o solo impermeável lhe garante um aspecto comparado ao de Marte.
A extensa área desértica entre as águas frias do Pacífico e as monumentais cordilheiras dos Andes é o local onde o viajante que busca experiências singulares encontra refúgio sem ter que abrir mão de serviços básicos. Esse esconderijo se chama São Pedro de Atacama, pequeno povoado que serve como base para a exploração da região.
Esta cidade, que ainda guarda costumes dos povos pré-incaicos que deixaram marcas profundas em seu território, era apenas uma localidade escondida do norte do país que mal recebia visitantes estrangeiros. Hoje é um produto chileno consolidado no mercado turístico internacional ao lado de Torres del Paine e Ilha de Páscoa.
Mesmo com tanta fama, a cidade ainda preserva seu ritmo particular, que permite ao visitante um passeio, a passos lentos, por suas ruas estreitas de terra e casas de adobe com telhados de palha. O clima pacato só é quebrado por alguma festa típica do povoado, como o desfile de Santa Rosa em agosto, ou pelas músicas folclóricas tocadas nas peñas da Caracoles, a principal via de circulação.
O Atacama, que na língua cunza significa “cabeceira do país”, é marcado historicamente por disputas e dominações anteriores à chegada dos espanhóis. No ano 400 d.C., a sociedade tiwanaku, proveniente do território onde hoje se encontra a Bolívia, impõe-se hierarquicamente sobre o povo atacamenho. O período seguinte (entre os anos 900 e 1450) foi marcado pelo rompimento com aquela civilização e pelos novos conflitos sociais internos. Foi nesse contexto que os incas dominaram a região do Atacama até que fossem dizimados com a chegada dos europeus, em 1535.
Há três formas de se conhecer a região: a tradicional, em que as agências oferecem o mais básico do Atacama como os Vales da Lua e da Morte, além dos gêiseres de El Tatio; o roteiro alternativo, em que as margens do deserto ganham novas dimensões em rotas pouco click here divulgadas com visitas a petroglifos, povoados de um só habitante e cânions em vales multicoloridos; e a terceira opção, que alia um pouco de cada um dos dois roteiros anteriores.
Seja qual for a escolha, uma imagem será inevitável: o Licancabur, imponente vulcão cônico de 5.916 metros de altura que separa o Chile e a Bolívia. Quanto mais longe se vai, mais se vê esse vulcão onipresente entre os recortes das rochas gigantes que cercam a região.
A montanha é local sagrado desde épocas anteriores à chegada dos colonizadores, quando ali se realizavam sacrifícios com animais.
A prática foi proibida pelos espanhóis, mas o vulcão continua atraindo aventureiros até a lagoa que se localiza no seu cume, além de devotos que uma vez ao ano levam oferendas à Pacha Mama pelo que se conquistou naquele período.
É certo que a escalada de oito horas se dá pela Bolívia devido ao terreno ainda minado da época em que o Chile e a Argentina disputavam terras, mas para o Licancabur não existe fronteiras nem guerras. Por isso, ele segue soberano guardando a região. E ainda dizem que o oásis é pura ilusão. Não no deserto do Atacama.

De água cristalina, poços sagrados dos maias atraem turistas no México


Considerados sagrados pelos maias, os cenotes – espécie de poços localizados em cavernas – encantam turistas e mergulhadores por suas águas cristalinas de grande visibilidade. No México, são cerca de 7 mil, encontrados muitas vezes em sítios arqueológicos ou perto deles.
Formados há mais de 14 mil anos, os cenotes eram a única fonte de água na floresta para os povos maias. Eram considerados por eles espaços sagrados para a comunicação com os deuses e porta de entrada para um outro mundo onde viviam deuses e espíritos.
A profundidade dos cenotes varia, mas alguns têm mais de 200 metros.Os que estão abertos a turistas são procurados por interessados em mergulhar, fazer snorkeling ou simplesmente nadar e relaxar durante o passeio.
Raízes de árvores que se estendem até a superfície, formações geológicas como estalactites e estalagmites, peixes e outros animais de água doce podem ser vistos nessas piscinas naturais.
Muitos dos cenotes mexicanos ficam na Península de Yucatán. Na região de Cuzamá, por exemplo, os turistas são levados em um carro típico puxado por cavalos até três dessas piscinas naturais em grutas.
Também nessa península fica o cenote Angelita, que tem uma característica curiosa. Nas profundezes de sua água doce há uma espécie de rio de água salgada. A grande quantidade de sulfeto de hidrogênio sobre o rio cria esse cenário aquático bifásico.
De fácil acesso, o cenoteAktun Ha, perto de Tulum, tem bastante infraestrutura turísticas. E nem é preciso mergulhar nos seus 185 metros de profundidade para ver seus atrativos: apenas com a máscara de snorkel o turista pode observar estalactites, algas coloridas e outras formações geológicas. Crocodilos pequenos e tartarugas também nadam por lá.
Popular destino entre os turistas, o balneário de Cancun também tem belos cenotes, como o de Kin Ha.
Para nadar em alguns desses cenotes é preciso pagar uma taxa, que gira em torno de R$ 10. Mas um dos mais famosos “poços sagrados” da região não está aberto a visitantes. O Cenote Sagrado, localizado em ChichénItzá, está fechado há mais de 40 anos. Os arqueólogos aguardam permissão do governo para poder estudá-lo, já que no passado ocorriam ali sacrifícios humanos.

De Hamlet à Pequena Sereia: conheça Copenhague


Cenário de uma das mais famosas peças teatrais da história, Copenhague é uma cidade fortemente ligada à cultura. Além de servir de cenário para Hamlet, de William Shakespeare, a capital da Dinamarca é também a cidade natal do escritor de contos de fadas Hans Christian Andersen, que tem sua presença marcante em monumentos no município. Atrações turísticas não faltam. Sejam os diversos palácios reais, bairros curiosos ou parques, há opções para diversos públicos. Veja 10 atrações para uma escala de cruzeiro em Copenhague.

Castelo de Kronborg – Localizado ao norte da cidade, o castelo de Kronborg é um dos edifícios renascentistas mais belos da Europa. Construído entre 1574 e 1585, é o mais famoso castelo da Dinamarca, conhecido mundialmente graças a peça Hamlet, do William Shakespeare, que se passa no local. Todo verão o espetáculo é encenado em palco ao ar livre em Kronborg.

Estátua da Pequena Sereia – Mais famoso ponto turístico de Copenhague, a estátua da Pequena Sereia recebe os visitantes no pierLangelinje há mais de 100 anos. Inaugurada em 1913, a obra feita em bronze e granito foi inspirada pelo conto de fadas do escritor dinamarquês Hans Christian Andersen.

Palácio Christiansborg – O atual palácio de Christiansborg é o último de uma série de prédios construídos no local ao longo de cerca de 800 anos. Sua parte mais famosa é a torre de 106 metros, a mais alta da cidade, construída entre 1907 e 1928. Antigamente usado como lar pela família real dinamarquesa, hoje o local é um importante ponto turístico. Visitantes podem subir de graça na torre, de onde se tem uma vista privilegiada.

Nyhavn – Antigo porto comercial, Nyhavn é hoje um dos lugares mais procurados por moradores de Copenhague e turistas devido aos seus diversos restaurantes, ou apenas para saborear uma cerveja no cais e admirar as belas casas antigas do local. Para quem gosta de literatura, Hans Christian Andersen viveu e escreveu os contos de fadas A Caixa de Fósforos, Pequeno Cláudio e Grande Cláudio, e As Flores da Pequena Ida na casa número 20, além de ter passado períodos de sua vida nos números 67 e 18.

Galeria Nacional da Dinamarca – Maior museu de arte do país, a Galeria Nacional da Dinamarca possui uma grande coleção de obras de artistas nacionais e internacionais dos últimos sete séculos. Além da coleção permanente, o local recebe exibições temporárias que vão desde obras de Picasso até pinturas do músico Bob Dylan.

Tivoli Garden – Inaugurado em 1834, o Tivoli é o segundo mais antigo parque de diversões do mundo. O local tem diversos atrativos para crianças e adultos, entre eles uma montanha-russa de madeira que completa 100 anos em 2014.

Rundetaarn – Construída no século XVII, a Runddetarn é a torre de observação astronômica mais antiga em funcionamento na Europa. Atualmente apenas astrônomos amadores e curiosos a utilizam, mas o passeio é uma oportunidade de observar a antiga parte de Copenhague, após subir a escadaria em espiral e caminhar aproximadamente 209 metros, apesar da torre ter apenas 36 metros.

Jardim de Rosenborg – Jardim real mais antigo da Dinamarca, estabelecido pelo rei Christian IV no início dos anos 1600 junto ao palácio de Rosenborg, o local é hoje um popular destino no centro da cidade. Por ano cerca de 2,5 milhões de pessoas frequentam o espaço, que preserva até hoje suas três entradas originais, além de contar com uma famosa estátua de Hans Christian Andersen.

Christiania – Um passeio diferente em Copenhague pode here ser feito em Christiania, cidade autogestionada e independente do governo dinamarquês. A comunidade fundada em 1971 é um dos poucos exemplos no mundo de administração anarquista. Nela as atrações são sua arquitetura criativa, galerias, restaurantes baratos e casas de shows. No entanto, a segurança é um problema em Christiania e é recomendado, entre outras coisas, que se evite tirar fotos no local.

Bakken – Copenhague também é lar do mais antigo parque de diversões do mundo, o Dyrehavsbakken. Conhecido também apenas como Bakken, ele já existe há 431 anos e fica em uma área verde cercada de árvores de cerca de 400 anos. Suas atrações incluem brinquedos tradicionais como montanhas-russas, rodas-gigantes e passeios em carruagens.

Milão compensa falta de paisagens com muita cultura e diversão


Milão não tem a história de Roma, o romantismo de Veneza, a efervescência de Nápoles ou o espírito artístico de Florença. Mas, mesmo assim, e de maneira justa, continua sendo uma das cidades mais famosas e visitadas da Itália. Difícil é definir Milão com apenas um adjetivo: localizada no norte italiano, mais perto de outros países (como França e Suíça) do que da capital Roma, a cidade é um recanto cosmopolita.
Segunda maior cidade da Itália, são milhares os seus atrativos turísticos. Das passarelas de um dos eventos de moda mais famosos do mundo aos afrescos pintados por gênios dentro das igrejas, o visitante terá muito que admirar na cidade. Em Milão está a Santa Ceia de Leonardo da Vinci, o Estádio San Siro/Giuseppe Meazza, as estátuas do Duomo, os restaurantes de Navigli, o teatro Alla Scala, o Castelo Sforzesco. Um passeio por suas ruas envolve altas doses de religião, futebol, arte, gastronomia e história. Dar prioridade a um dos temas ou colocar tudo no mesmo pacote ficará a cargo do visitante.
Será também da escolha do turista fazer a jornada de maneira luxuosa ou econômica. Milão abriga alguns dos hotéis e restaurantes mais caros da Europa, mas também oferece boas opções para quem está com o orçamento apertado. O transporte público é barato, há bons hotéis de baixo custo e as pizzarias oferecem pratos em conta e bem servidos. Além disso, há ofertas de cartões de desconto: ao comprá-los, o turista pode entrar em alguns museus gratuitamente e subir no metrô e nos ônibus sem pagar nada.
Milão conta com lindos parques, sorveterias de primeira classe e baladas que rivalizam com as mais concorridas da Europa. Na cidade, desfrutar da famosa dolce vita italiana é um programa garantido.